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22/03/2025

Desktop atinge lucro líquido ajustado de R$ 54 milhões em 2024

Patamar recorde de rentabilidade no período. Companhia lidera adições líquidas orgânicas de clientes em sua região de operação no ano de 2024 e reforça seu compromisso com qualidade, recebendo o selo de Melhor Internet de São Paulo.

A empresa de telecomunicações Desktop, eleita pelo segundo ano consecutivo como a melhor internet do Estado de São Paulo e com atuação em aproximadamente 200 cidades do interior e litoral paulista, entrega mais um ano de grandes conquistas e crescimento sustentado e segue fortalecida para os desafios de 2025. No dia 17 de março (segunda-feira), a empresa anunciou seu desempenho financeiro consolidado do quarto trimestre de 2024.

Ao longo do trimestre, a Desktop entregou 23 mil adições líquidas orgânicas, aumento de 29% em relação ao mesmo período de 2023. O destaque ficou para a performance do ano, com 115 mil clientes líquidos orgânicos, liderança absoluta em sua região de operação. Tal resultado refletiu na receita líquida, registrando R$ 292 milhões no quarto trimestre de 2024, uma expansão de 11% na comparação anual, e de 2% versus o terceiro trimestre de 2024. No acumulado do ano, a receita líquida totalizou R$ 1,13 bilhão, evolução anual de 14%.

Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, da sigla em inglês) ajustado alcançou R$ 150 milhões, uma evolução de 11% versus o mesmo período do ano anterior, e 2% acima do terceiro trimestre de 2024, mantendo um patamar robusto de margem Ebitda de 51%. Na visão anual, o Ebitda ajustado foi de R$ 579 milhões, 16% acima do ano de 2023, solidificando uma evolução de 1 p.p. na margem versus 2023, atingindo 51%.

O maior destaque financeiro do período foi o recorde de lucro líquido ajustado da companhia, que atingiu o patamar de R$ 54 milhões no quarto trimestre de 2024, acumulando um lucro líquido ajustado no ano de 2024 de R$ 199 milhões, 33% acima do ano de 2023, com margem de 18%, expansão anual de 3p.p..

Ainda em 2024, a Desktop atingiu uma geração de caixa operacional + Capex de R$ 105 milhões, 48% acima de 2023, reforçando o compromisso com os acionistas em entregar retornos crescentes.

—Nosso crescimento recorde reflete não só a qualidade dos nossos produtos e serviços, mas também a proximidade e empatia com que atendemos às necessidades de cada um. Para 2025, nossa meta é clara: continuar inovando para entregar uma experiência cada vez mais eficiente, confiável e alinhada às expectativas do nosso público, sempre com excelência e foco no cliente —declara o CEO da Desktop, Denio Alves Lindo.

Entre os principais marcos do ano, a Desktop destacou o lançamento da campanha de reforço de cultura corporativa, o Jeito Desktop, a conquista do Prêmio Melhor Escolha, sendo reconhecida pela segunda vez consecutiva como a Melhor Internet do Estado de São Paulo, e a certificação Great Place to Work (GPTW) recebida em novembro, validando o compromisso com um ambiente colaborativo, inovador e motivador para seus colaboradores.

Em relação ao portfólio comercial, a grande novidade ficou por conta do lançamento do plano Desktop Mais, a nova oferta convergente que alia a já reconhecida banda larga fixa FTTH da Desktop com a recente solução móvel via MVNO. Segundo André Falcão, a oferta irá abrir novas oportunidades de crescimento, permitindo que os clientes combinem internet fibra e celular no mesmo pacote e tenham acesso a mais benefícios, praticidade e uma experiência superior.

—Essa novidade ainda reforça nosso compromisso em inovar continuamente para proporcionar mais conectividade e conveniência, sempre com a qualidade e o atendimento que são marcas registradas da Desktop. Neste momento, a oferta convergente será comercializada em 60 municípios para novos clientes, além de explorarmos oportunidades daqui para a frente na nossa base de mais de 1,1 milhão de clientes via rentabilização—.

O ano também foi importante para a conclusão de ações que contribuíram para aumentar a robustez de balanço como as captações das 6ª e 7ª debentures totalizando R$ 1 bilhão para refinanciar endividamentos anteriores, resultando em uma redução do spread médio (de CDI+2,7% para CDI+1,3%) e no alongamento da dívida (de 4,2 anos para 5,4 anos).